Estive um período longo sem escrever neste blog, pois estava trabalhando em outros blogs (um de ensino da língua espanhola, outro sobre infográficos, e um terceiro sobre tecnologias no ensino de línguas), mas decidi retomar este canal de comunicação com um texto que é uma nova versão de outro que escrevi em espanhol em 2015.
Sobre TIC e outras siglas ou acrônimos parecidos
Vamos fazer um breve passeio por algumas siglas ou abreviaturas em relação com as tecnologias, pois algumas são bem conhecidas, mas outras nem tanto.
TIC – TDIC – TRIC – TAC – TEP – TEC – TDICE. Ficamos com a língua travada, não é mesmo?
Então melhor vamos por partes.
TIC e TDIC:
A sigla TIC (referente a Tecnologias da Informação e Comunicação) é conhecida por muitos docentes. Essa é uma abreviatura usada desde os anos 80 pelos especialistas, mas que foi aos poucos ampliando seu uso para o público geral e acompanha o desenvolvimento da comunicação digital. Devemos considerar que TDIC (Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação) é uma sigla mais recente, e que está substituindo com rapidez à primeira. TDIC é na realidade uma evolução que deseja ressaltar o uso das tecnologias digitais. Esta sigla será muito mais comum e natural em pouco tempo.
TRIC:
A sigla TRIC (Tecnologias para as Relações, a Informação e a Comunicação) foi pensada com a ideia de superar a ênfase tecnológica das TIC tentando relacionar os processos que acontecem durante a permanência e participação nas redes sociais que, como sabemos, tem uma grande importância na sociedade atual.
TAC:
No caso das TAC (Tecnologias para Aprendizagem e Colaboração), como seu nome indica, procura mudar a atenção para o que é possível fazer na educação com as tecnologias, e não tanto para o fato de ter ou não ter a tecnologia ou qual tipo de tecnologia dispomos. Como docentes é interessante também pensar nas tecnologias desde esta perspectiva.
A web serve também para melhorar as nossas vidas, falar e ser ouvidos, mobilizarmos por determinadas causas, em fim, manifestarmos e participar nas decisões e rumos da sociedade, é por isso que Reig (2012) recomenda passar das TIC para as TAC e TEP.
TAC (2)
Existe outra TAC, mas nesse caso faz referência às Tecnologias para a Aprendizagem e o Conhecimento
(ver ESPUNY; GISBERT, GONZÁLEZ; COIDURAS, 2010). Não tem muita
diferença com a TAC anterior, mas não devemos deixar sem mencionar.
TEP:
As TEP (Tecnologias para o Empoderamento e Participação) permitem uma maior participação em uma democracia mais transparente e direta. O infográfico disponível em Crianzatecnologica.org, assim como os textos de Sardelich (2012) e Sancho Gil (2008) podem ajudar para entender melhor este tema, mas esse assunto não termina aqui.
TEC:
Esta sigla a conheci através de uma pedagoga argentina. TEC quer dizer Tecnologias para Ensino e Conhecimento, isto é mais uma sigla com ênfase no processo pedagógico e nos ambientes escolares.
Já estamos quase concluindo.
TDICE:
Deixei para o final as TDICE (Tecnologias Digitais da Informação, Comunicação e Expressão).
O
termo TDICE foi criado em 2010, como comenta seu autor Lacerda Santos
em 2021. Outros dois textos que também pude ler naquela época inicial
foram Lacerda Santos (2014) e Rosa Ferreira e Lacerda Santos (2014).
Uso especialmente esse termo quando penso nos alunos como
produtores e não apenas como consumidores de conteúdos
digitais.
Muitos neologismos consideram essa relação estreita entre consumidor e produtor, como atestam Herrero Diz, Ramos Serrano e Nós (2016) na revisão que realizaram sobre esse tema. Por exemplo, prosumer (RIFKIN, 2000, 2014) ou produsers (BRUNS, 2008, p. 2), e mais recentemente apareceu outro termo interessante, prosumirtuador. Os prosumirtuadores são usuários consumidores e também produtores que interagem nas redes sociais (RÍOS, 2017, p. 31).
Como podemos ver, as coisas não são tão simples de classificar quando pensamos em abreviaturas para as tecnologias, mas para a nossa estabilidade mental é bom colocar ordem nas coisas que fazemos e como as nomeamos. Dessa forma não fiquem muito preocupados. O que devemos fazer é saber fundamentar as nossas escolhas, seja qual for.
Este tema me fez lembrar estas palavras de Burbules e Callister (2001) “a tecnologia não é apenas a coisa, senão a coisa e as pautas de uso com as quais se aplica essa tecnologia, a forma como as pessoas pensam e falam dela, assim como os problemas e expectativas que gera" (p. 23). Com isto quero dizer que de acordo a como abordemos o problema e o que desejamos focalizar no trabalho como docentes, provavelmente um termo será melhor que outro. Por isso, no final, sempre é bom ter consciência do que queremos fazer e porque para eleger a melhor opção.
Para finalizar, proponho uma reflexão para você, amigo leitor:
Qual sigla prefere utilizar nos desafios mais imediatos com seus alunos envolvendo tecnologias: TIC, TDIC, TRIC, TAC, TEP, TEC ou TDICE? 😉
Referências
ABIO, Gonzalo. Sobre TIC y otras siglas parecidas. Espacio Santillana Español, 9 de dezembro de 2015. https://www.espaciosantillanaespanol.com.br/tecnologia/sobre-tic-y-otras-siglas-parecidas
BURBULES, Nicholas C.; CALLISTER, Thomas A. Educación: riesgos y promesas de las nuevas tecnologías de la información. Buenos Aires: Granica, 2001.
BRUNS, Axel. Blogs, Wikipedia, Second Life, and Beyond. From Production to Produsage. Series: Digital Formations, v. 45, Peter Lang International Academic Publishers, 2008.
ESPUNY, Cinta; GISBERT, Mercè; GONZÁLEZ, Juan; COIDURAS, Jordi. Los seminarios TAC. Un reto de formación para asegurar la dinamización de las TAC en las escuelas. EDUTEC, n. 34, diciembre 2010. https://www.edutec.es/revista/index.php/edutec-e/article/view/420
HERRERO DIZ, Paula; RAMOS SERRANO, Marina; NÓ, Javier. Los menores como usuarios creadores en la era digital del prosumer al creador colaborativo. Revisión teórica 1972-2016. Revista Latina de Comunicación Social, n. 71, 11, p. 1301-1322, 2016. http://www.revistalatinacs.org/071/paper/1147/67es.html
LACERDA SANTOS, Gilberto. Educação, Tecnologias e Inovação Pedagógica: em busca do Interativismo Colaborativo. Revista da FAEEBA, v. 30, n. 64, p. 226-240, 2021. https://dx.doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2021.v30.n64.p226-240
LACERDA SANTOS, Gilberto. A promoção da inclusão digital de professores em exercício: Uma Pesquisa de Síntese sobre aproximações entre professores, novas mídias e manifestações culturais emergentes na escola. Inter-ação, v. 39, p. 529-542, 2014. https://revistas.ufg.br/interacao/article/view/28790/17722
Referências
ABIO, Gonzalo. Sobre TIC y otras siglas parecidas. Espacio Santillana Español, 9 de dezembro de 2015. https://www.espaciosantillanaespanol.com.br/tecnologia/sobre-tic-y-otras-siglas-parecidas
BURBULES, Nicholas C.; CALLISTER, Thomas A. Educación: riesgos y promesas de las nuevas tecnologías de la información. Buenos Aires: Granica, 2001.
BRUNS, Axel. Blogs, Wikipedia, Second Life, and Beyond. From Production to Produsage. Series: Digital Formations, v. 45, Peter Lang International Academic Publishers, 2008.
ESPUNY, Cinta; GISBERT, Mercè; GONZÁLEZ, Juan; COIDURAS, Jordi. Los seminarios TAC. Un reto de formación para asegurar la dinamización de las TAC en las escuelas. EDUTEC, n. 34, diciembre 2010. https://www.edutec.es/revista/index.php/edutec-e/article/view/420
HERRERO DIZ, Paula; RAMOS SERRANO, Marina; NÓ, Javier. Los menores como usuarios creadores en la era digital del prosumer al creador colaborativo. Revisión teórica 1972-2016. Revista Latina de Comunicación Social, n. 71, 11, p. 1301-1322, 2016. http://www.revistalatinacs.org/071/paper/1147/67es.html
LACERDA SANTOS, Gilberto. Educação, Tecnologias e Inovação Pedagógica: em busca do Interativismo Colaborativo. Revista da FAEEBA, v. 30, n. 64, p. 226-240, 2021. https://dx.doi.org/10.21879/faeeba2358-0194.2021.v30.n64.p226-240
LACERDA SANTOS, Gilberto. A promoção da inclusão digital de professores em exercício: Uma Pesquisa de Síntese sobre aproximações entre professores, novas mídias e manifestações culturais emergentes na escola. Inter-ação, v. 39, p. 529-542, 2014. https://revistas.ufg.br/interacao/article/view/28790/17722
REIG, Dolors. Disonancia Cognitiva y apropiación de las TIC. Telos. Cuadernos de Comunicación e Innovación, n. 90, ene.-mar. 2012. https://telos.fundaciontelefonica.com/archivo/numero090/disonancia-cognitiva-y-apropiacion-de-las-tic/
RIFKIN, Jeremy. The new capitalism is about turning culture into commerce. Los Angel: Times, 2000.
RIFKIN, Jeremy. The zero marginal cost society: the Internet of things, the collaborative commons, and the eclipse of capitalism. New York: Palgrave Macmillan, 2014.
RÍOS, Héctor. De consumidores pasivos a prosumirtuadores de contenido en la didáctica de la enseñanza-aprendizaje de lenguas: no solo podcast. Boletín de ASELE, 56, p. 31-44, 2017. http://www.aselered.org/sites/default/files/boletines/asele-56.pdf
ROSA FERREIRA, Carlos Alberto; LACERDA SANTOS, Gilberto (Eds.) A inclusão digital em meios de ensino formais e não-formais. Lisboa: Universidade de Lisboa/MH edições, 2014. https://www.academia.edu/6683979/A_inclus%C3%A3o_digital_em_meios_de_ensino_formais_e_n%C3%A3o-formais_Editora_da_Universidade_de_Lisboa_
SANCHO GIL, Juana Maria. De TIC a TAC, el difícil tránsito de una vocal. Investigación en la escuela, 2008. https://idus.us.es/handle/11441/60864
SARDELICH, Maria Emilia. TIC/TAC/TEP: Tecnologias para empoderar e aprender. UNISANTA Humanitas, v.1, n. 1, p. 22-31, 2012. https://periodicos.unisanta.br/index.php/hum/article/download/106/78
RIFKIN, Jeremy. The new capitalism is about turning culture into commerce. Los Angel: Times, 2000.
RIFKIN, Jeremy. The zero marginal cost society: the Internet of things, the collaborative commons, and the eclipse of capitalism. New York: Palgrave Macmillan, 2014.
RÍOS, Héctor. De consumidores pasivos a prosumirtuadores de contenido en la didáctica de la enseñanza-aprendizaje de lenguas: no solo podcast. Boletín de ASELE, 56, p. 31-44, 2017. http://www.aselered.org/sites/default/files/boletines/asele-56.pdf
ROSA FERREIRA, Carlos Alberto; LACERDA SANTOS, Gilberto (Eds.) A inclusão digital em meios de ensino formais e não-formais. Lisboa: Universidade de Lisboa/MH edições, 2014. https://www.academia.edu/6683979/A_inclus%C3%A3o_digital_em_meios_de_ensino_formais_e_n%C3%A3o-formais_Editora_da_Universidade_de_Lisboa_
SANCHO GIL, Juana Maria. De TIC a TAC, el difícil tránsito de una vocal. Investigación en la escuela, 2008. https://idus.us.es/handle/11441/60864
SARDELICH, Maria Emilia. TIC/TAC/TEP: Tecnologias para empoderar e aprender. UNISANTA Humanitas, v.1, n. 1, p. 22-31, 2012. https://periodicos.unisanta.br/index.php/hum/article/download/106/78
[texto modificado em 2021]
61 comentários:
Outra proposta de acrônimo:
TECCC: Tecnologias de Expressão, Comunicação e Construção de Conhecimentos (PULITA, 2017).
PULITA, Edemir Jose. Interfaces entre educação e tecnologias: imagens, experiências e ressignificações da educaç@o formal na era digital sob um olhar benjaminiano.
2017. 349 f., il. Tese (Doutorado em Educação)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017. https://repositorio.unb.br/handle/10482/23215
O conceito de TICE (Tecnologias da Informação, Comunicação e Expressão) representa uma evolução das TIC, pois compreende a tecnologia não apenas como meio de transmissão de informações, mas também como ferramenta de expressão, interação e construção coletiva do conhecimento. No contexto educacional, as TICE favorecem metodologias mais participativas, estimulando a criatividade, a autonomia e o protagonismo dos estudantes. Dessa forma, a tecnologia passa a contribuir não só para o acesso à informação, mas também para a formação crítica e ativa dos indivíduos na sociedade digital.
As TICE podem ser entendidas como Tecnologias da Informação, Comunicação e Expressão, valorizando a participação ativa, a colaboração e a construção do conhecimento pelos alunos. As tecnologias devem ser usadas de forma crítica e pedagógica, favorecendo interação, criatividade e autonomia no processo educativo. Assim, o conceito mostra que a tecnologia na educação não é apenas ferramenta, mas também meio de expressão e transformação da aprendizagem
As Tecnologias de Informação, Comunicação e Expressão (TICE) poderiam ser consideradas gênero das espécies digitais (TDICE). De acordo com o enfoque da generalidade do termo tecnologia, a TICE considera todos os meios que buscam a propagação da informação, da comunicação e das formas de expressão.
A partir das informações acima, percebo a TIC como toda a tecnologia que permita a transmissão de informações, gerando uma comunicação. Entretanto, quando tratamos de ferramentas digitais, especificamente, denominamos de TDIC, atualmente, vemos um grande interesse em introduzir tais ferramentas no âmbito educacional, pois é evidente a presença dessas tecnologias no cotidiano de todos, sendo necessário essa imersão nas redes sociais, buscando um ensino mais integrado, moderno e acessível.
As Tecnologias Digitais de Informação, Comunicação e Expressão (TICE) revolucionaram a forma como vivemos, trabalhamos e nos comunicamos. Elas permitem a criação, compartilhamento e acesso a informações em escala global, com aplicações em educação, comunicação, trabalho, entretenimento e saúde. No entanto, também criam desafios como segurança cibernética, privacidade e exclusão digital.
As tecnologias da informação, comunicação e expressão, quando aplicadas de forma planejada, contribuem para a participação dinâmica dos discentes no processo educativo, possibilitando diferentes formas de aprendizagem.
O uso das TDIC trouxe muitas possibilidades para a educação, mas o ensino remoto também mostrou que aprender vai além da conexão com a internet. Em muitos momentos, a distância acabou tornando as aulas mais cansativas e menos próximas da realidade e das necessidades de cada aluno.
O texto nos oferece um excelente "mapa de navegação" para não nos perdermos nas siglas que tentam definir a relação entre tecnologia e educação. Entre todas as variações apresentadas, o conceito de TDICE (Tecnologias Digitais da Informação, Comunicação e Expressão),merece um destaque sua carga pedagógica.
Mariana F.: O texto fala que as TICE mostram que a tecnologia na educação não serve só para pesquisar ou se comunicar, mas também para criar, participar e aprender de forma mais dinâmica. O que achei muito interessante porque mostra que o mais importante não é apenas usar tecnologia, e sim como ela ajuda no aprendizado dos alunos.
Ingrid Novais:
O conceito que mais me chamou atenção foi o de TDICE, porque ele mostra que a tecnologia não serve só para pesquisar ou assistir coisas, mas também para a gente se expressar, criar e compartilhar ideias. Hoje em dia, os celulares, redes sociais e vídeos fazem parte da vida de quase todo mundo, principalmente dos alunos, então acho importante que a escola use essas ferramentas de um jeito que realmente ajude na aprendizagem.
Na minha opinião, a tecnologia pode deixar as aulas mais interessantes e participativas, porque aproxima o conteúdo da realidade dos estudantes. Como estudante de pedagogia, acredito que usar esses recursos de forma consciente ajuda os alunos a aprenderem melhor, trocarem experiências e desenvolverem mais criatividade e autonomia.
Achei interessante as Tecnologias para o empoderamento e participação, e queria entender mais como funcionam, porém não consegui acessar o link.
O conceito de TICE/TDICE mostra que as tecnologias na educação vão além da comunicação e da informação, permitindo também a expressão e a participação dos alunos. Achei interessante porque mostra que os estudantes não são apenas consumidores de conteúdo, mas também produtores de conhecimento por meio das ferramentas digitais. Hoje, a tecnologia pode tornar a aprendizagem mais dinâmica, criativa e colaborativa.
TEC é uma sigla que quer dizer "Tecnologias para Ensino e Conhecimento, com ênfase no processo pedagógico e nos ambientes escolares
TICE significa Tecnologias Digitais de Informação, Comunicação e Expressão que seria um conjunto de recursos tecnológicos, digitais e eletrônicos que facilitam a transmissão, compartilhamento e expressão de informações e conhecimentos
As TICE(ecnologias da Informação, Comunicação e Expressão) mostra que as tecnologias não servem apenas para acessar informações, mas também para Incentivar a comunicação e a expressão dos alunos no processo educativo, produzindo conhecimentos e interagindo com outras pessoas por meio das ferramentas digitais.
“A imagem representa a integração entre educação e tecnologia, mostrando que aprender hoje vai além da sala de aula tradicional. A tecnologia amplia o acesso ao conhecimento, mas precisa ser usada de forma consciente.”
No comentário da minha colega de turma, é possível relaciona-lo ao meu entendimento das TICs , pois é evidente seus benefícios ligados à praticidade de acessar informações e materiais de determinado assunto, além de encurtar as distâncias existentes entre indivíduos. Porém é preciso ter uma boa aplicação de suas ferramentas, uma utilização consciente e que não seja prejudicial para o indivíduo, sendo esse o grande desafio da implementação das TICs na educação.
Lorrany A. Cândido: O TICE (Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação), segundo o conceito do artigo de Gonzalo Abio, é uma abordagem pedagógica que une as tecnologias digitais ao ensino de forma estratégica e organizada, priorizando objetivos educacionais.
Esse tipo de inovação pedagógica acarreta muitas possibilidades e desafios, por isso é importante estudar e desenvolver isso de uma forma que seja proveitosa para aluno e professor.
As Tecnologias de Informação, Comunicação e Expressão (TICE) promovem um processo de obtenção de informação mais intenso, uma comunicação mais ágil e uma livre expressão. Essas tecnologias podem ser utilizadas com fins pedagógicos mas, para isso, a formação docente deve possibilitar uma utilização crítica das plataformas digitais e o professor como mediador deve entender sua posição central na condição da ação educativa.
Lucas: As TACs me chamaram atenção pois me remetem ao prático, e em minha opinião, um problema do digital é que ele orbita muito o campo do imaginário e pouco o campo da prática.
A TDIC trouxe novas oportunidades relacionadas a acessibilidade na educação, porém o ensino não presencial precisa ser pensado como algo diferente do ensino presencial, pois com ele surgem muitas dificuldades como atençao, condição material e falta de engajamento na aula
Karine Delmondes: Achei a sigla TDICE (Tecnologias Digitais da Informação, Comunicação e Expressão) muito interessante, porque esse termo destaca que os alunos não devem apenas consumir conteúdos digitais, mas também produzir e se expressar por meio das tecnologias.
As TICEs (Tecnologias da Informação, Comunicação e Educação) têm transformado a forma como aprendemos e ensinamos, tornando o acesso ao conhecimento mais rápido, dinâmico e interativo. Quando utilizadas de maneira equilibrada e consciente, elas podem aproximar os alunos da realidade digital em que vivem, estimulando a participação, a criatividade e a autonomia no processo de aprendizagem.
O papel do educador continua sendo essencial como mediador, orientando o uso dessas tecnologias para que contribuam de forma crítica e significativa para a educação.
Gabriel Oliveira Lima
O que eu acho mais curioso quando discutimos TICE é o mito do 'nativo digital'. A gente assume que, por essa geração ter nascido com um smartphone na mão, eles já dominam as TICE. Mas a verdade é que saber consumir entretenimento em alta velocidade é muito diferente de ter letramento digital. O grande desafio das TICE hoje não é mais colocar o tablet na mão do aluno, mas ensinar que a tecnologia é uma ferramenta de construção de conhecimento, e não apenas uma janela de consumo passivo.
"A imagem resume como a aprendizagem colaborativa torna o processo de aprendizagem mais dinâmico e participativo, fugindo da aprendizagem passiva. Contribuindo para o desenvolvimento do pensamento crítico e da autonomia, fortalecendo também habilidades sociais, como comunicação, empatia e cooperação."
Na minha opinião, o termo "TDICE" se relaciona com a ideia apresentada pela colega Mari sobre a aprendizagem colaborativa, pois ambos destacam a participação ativa dos alunos no processo de aprendizagem. As tecnologias digitais podem contribuir para que os estudantes não sejam apenas receptores de conteúdos, mas também produtores de conhecimento, assim podem desenvolver sua criatividade, comunicação, autonomia e cooperação por meio das interações e atividades em grupo.
Também prefiro o termo TDICE, por trazer clareza sobre que tipo de tecnologias estamos utilizando (digitais), bem como por ampliar, reconhecer e valorizar a possibilidade de expressão, de criação e autoria que essas tecnologias proporcionam. Considero um conceito mais completo: tecnologia + digital + informação + comunicação + expressão. Vale ressaltar que também acho interessantes as palavras utilizadas nas outras propostas como: participação, colaboração. A escolha por esses nomes poderia ser feita de forma intencional para revelar e conscientizar o papel ativo, enquanto sujeito que pode se expressar, participar e colaborar.
Também gosto da palavra aprendizagem, porque tudo está contido nela, porque ela inclui quem ensina e quem aprende, inclusive abrindo a possibilidade desses papéis estarem simultaneamente sendo ocupado pela mesma pessoa. O professor também pode aprender. O aprendiz também pode ensinar. Esses papéis não são fixos. E tudo isso cabe na palavra aprendizagem.
Informação, Comunicação e Expressão geram: aprendizagem, conhecimento, relações, participação e colaboração. Talvez por isso a nomenclatura TDICE possa uma boa escolha.
À partir da leitura do texto, a abreviação que melhor aborda a tecnologia como parte de atividades feitas de maneira ativa ao invés de passiva é a TDICE (Tecnologias Digitais da Informação, Comunicação e Expressão). Apresentar "comunicação", "informação" e, principalmente, "expressão" captura a utilidade das tecnologias na educação com grande efetividade.
“A imagem mostra que, apesar da tecnologia ter o potencial de ampliar o acesso à educação, ela ainda evidencia desigualdades, já que nem todos os alunos possuem as mesmas condições de acesso, o que impacta diretamente na participação e no processo de aprendizagem.”
No comentário da minha colega de turma, é possível relacioná-lo ao meu entendimento sobre o conceito de TDICE (Tecnologias Digitais da Informação, Comunicação e Expressão). Enquanto minha colega destaca, com propriedade, o desafio da exclusão digital e das desigualdades de acesso, o conceito de TDICE complementa essa visão ao enfatizar a importância da Expressão.
Não basta apenas garantir que a tecnologia chegue ao aluno (o acesso); é preciso que essa ferramenta tenha uma carga pedagógica que permita ao estudante deixar de ser um receptor passivo para se tornar um autor de seu próprio conhecimento. O grande desafio da implementação das tecnologias na educação, portanto, é duplo: precisamos superar as barreiras socioeconômicas apontadas por ela para que, então, possamos utilizar o potencial das TDICEs para dar voz e protagonismo a todos os alunos, independentemente de suas condições iniciais.
As TICEs são usadas para processar, armazenar e transmitir informações, facilitando a comunicação e o acesso ao conhecimento. Assim, acho interessante pois os estudantes interagem de forma mais livre, ajudando no compartilhamento de aprendizagem, de forma mais abrangente, e pode auxiliar na forma de entender algo.
Achei interessante o termo TEP (Tecnologias para o empoderamento e a participação). De todos, me parece o mais idealista. Ainda que todos sejam defensáveis em suas justificativas, esse parece ter envelhecido mal. Nos idos dos anos 70, o empoderamento, virou um conceito muito utilizado nas ciências sociais. No início do atual século ele foi renascido nas discussões sobre tecnologia. Creio que esse conceito tem uma raíz até bem intencionada, mas careceu da prova do tempo. Será que as tecnologias serviram de empoderamento e participação (autonoma, como se pretendia) ou hoje são instrumentos , ainda mais avançados, de controle social pelos que controlam a circulação dessas tecnologias (e seus dados)? Existe particicação autônoma dentro de meios que circulam dentro de um aparato técnico e cultural determinado?
Um abraço.
Lauro.
O termo "prosumirtuador" traz a ideia de um indivíduo que, nas redes sociais, 1° consome/lê alguma produção, 2° produz algo sobre tal e 3° compartilha/interage sobre. O termo me chamou atenção porque eu, hoje mesmo mais cedo enquanto lia o livro "Homem Caído" de C.S. Lewis, estava refletindo no quanto diversas vezes consumimos determinados conteúdos, produzimos derivados desse e o compartilhamos, sem questioná-los antes. Muitas vezes esses conteúdos são críticos à outros, mas por que não os questionar também? Os maiores saberes vem não da cópia ou "tradução" de algo, mas das agregações ou adversidades que se constroem em cima dos mesmos. Basta pensarmos no quanto já nos fatigamos de consumir conteúdos que trazem sempre a mesma pauta. Consigo situar isso no meio acadêmico, por meio dos inúmeros artigos que seguem sempre a mesma linha, utilizando-se constantemente dos mesmos argumentos, sem nenhuma ou praticamente nenhuma nuance. No meio virtual essa situação também é muito notável, mas aqueles que são fora da curva sempre usufruem e faz com que outros também usufruam do benefício da qualidade de ser diferente.
A TICE veio para ressignificar o conceito do uso de tecnologias pensando na educação. originalmente cunhado com TIC(tecnologia da informação e da comunicação) e então passando nos dias mais atuais a ser entendido como TDIC(tecnologias digitais da informação e da comunicação) esse termos é usado para ressaltar as tecnologias e suas possibilidades no cotidiano pois está se tornando cada vez mais imprescindível para a comunicação o uso dessas tecnologias que aproxima e facilita na troca de conhecimentos e informações. A TICE então aparece com duas mudanças principais do conceito original: A remoção da expressão "digital" para que as tecnologias sejam abrangidas em sua totalidade em função do uso pedagógico e a adição da letra E significando expressão, que entendemos como o uso da tecnologias de maneira expressiva criativa, isto é, a possibilidade de usar de diversos artifícios tecnológicos para se expressar e auxiliar no processo pedagógico como arte, musica, filmes, etc.
Pensando nas possibilidades de uso de diferentes plataformas digitais para o ensino o conceito de TDICE é mais contudente. Temos uma visão mais ampla de que o papel do aluno (nesse exemplo) não é estacionário, mas ativo. Desenvolver, produzir, analisar, são todas funções que um usuário pode desempenhar, e na dimensão pedagógica e isso gera mais possibilidades de ensino e aprendizagem, para alunos e professores.
Gustavo: As TACs focam no pedagógico, não no técnico, não é preciso ter o dispositivo mais avançado de todos, pois o importante é como ele está sendo integrado para promover colaboração, problematização e construção coletiva do conhecimento.
Diante da imagem eu entendo que: O pedagogo exerce um papel fundamental como mediador na implementação das tecnologias na educação, especialmente no contexto das TICEs (Tecnologias da Informação, Comunicação e Educação). Mais do que apenas inserir recursos digitais na sala de aula, cabe ao pedagogo orientar práticas que façam sentido para a aprendizagem, promovendo um uso crítico, consciente e inclusivo da tecnologia. As TICEs podem ampliar o acesso ao conhecimento, estimular a participação dos alunos e tornar o ensino mais dinâmico, mas seu impacto depende da forma como são planejadas e conduzidas. Nesse processo, o pedagogo atua como ponte entre tecnologia, aluno e conhecimento, garantindo que as ferramentas digitais contribuam realmente para o desenvolvimento educacional e não apenas para a reprodução mecânica de conteúdos.
O conceito de TICE mostra como a tecnologia pode ajudar muito no processo de ensino e aprendizagem. Hoje em dia, celulares, computadores e internet fazem parte da rotina das pessoas, então usar esses recursos na educação pode deixar as aulas mais interessantes e dinâmicas. Além disso, as TICE ajudam os alunos a pesquisarem, se comunicarem e aprenderem de formas diferentes, não ficando presos apenas ao livro e ao quadro. Porém, também é importante saber usar essas tecnologias de maneira consciente, para que elas realmente contribuam para o aprendizado e não virem apenas distração.
O conceito de TDICE mostra que a tecnologia já faz parte da nossa rotina e pode ajudar muito na forma de aprender e se comunicar. Hoje a gente usa celular, internet e computador o tempo todo, e isso também pode tornar os estudos mais leves, interessantes e participativos. Quando usada da maneira certa, a tecnologia aproxima as pessoas, facilita a troca de ideias e ajuda no aprendizado do dia a dia.
Abio destaca sua preferência pela sigla TDICE (Tecnologias Digitais da Informação, Comunicação e Expressão). Esse "E" de Expressão é fundamental. Ele se conecta com os conceitos de prosumer (produtor + consumidor) e produser, sugerindo que o papel do aluno na era digital não deve ser passivo. Em vez de apenas consumir conteúdos prontos, o aluno usa a tecnologia para se expressar, criar e construir conhecimento.
O conceito de TDICE me chamou a atenção justamente pelo termo “Expressão”. Uma vez, que vivemos em um mundo onde somos bombardeados por informações, o incentivo ao aluno um produtor e não apenas um consumidor passivo é o grande desafio da educação atual. Além de que dar voz ao estudante através das tecnologias digitais é o caminho inovador para uma aprendizagem mais significativa.
Ana Karine Ramos Siqueira:
Entre as abreviações apresentadas, prefiro TDICE, porque expressa uma abordagem ampla e crítica das tecnologias na educação, valorizando não só o acesso à informação, mas também a comunicação, a expressão e a participação ativa dos alunos.
Gostei do termo TDICE, porque ele explica de forma completa o papel da tecnologia no nosso dia a dia. Não se trata apenas de acessar informações ou se comunicar, mas também de se expressar, criar conteúdos, compartilhar opiniões e participar de forma mais ativa nas atividades. Na minha opinião, esse termo foi o que mais me chamou atenção, porque representa melhor a realidade que vivemos hoje, principalmente na educação, onde as tecnologias digitais deixam o aprendizado mais dinâmico e interativo.
TiC são ferramentas tecnológicas usadas para ensinar, aprender e se comunicar, cada um com um foco diferente , como por exemplo a TAC e TEC siglas distintas com focos parecidos , focados no processo pedagógico através da tecnologia como por exemplo em ambientes escolares
Qualquer acrônimo que se use deve enfatizar o uso da tecnologia e da comunicação como ferramentas no processo de educação. No entanto é preciso combater o uso desas mesmas tecnologias e habilidade de comunicação como ferramentas de alienação de massas através da veiculação de conteúdos falsos, das campanhas de desinformação e da disseminação do ódio, visando o controle social e a formação de estruturas de poder pautadas na desigualdade, repressão a direitos e perpetuação de injustiças.
Diante os termos apresentados, creio que o termo TICE (Tecnologias digitais de Informação, Comunicação e Expressão) é o que mais abrange do que se espera do uso de tecnologias da educação no âmbito da educação. O termo faz referência às ferramentas, mas dentro dele implica a existência de um processo humano indispensável para que esta seja utilizada, onde não somente se consolida na produção ou na recepção, mas também da ponte para relações entre as pessoas que o uso dessas tecnologias possibilitam.
A evolução do conceito de TIC para TICE, proposta pelo professor Gilberto Lacerda Santos, ao acrescentar o "E" de Expressão, enfatiza que o estudante deixa de ser um consumidor passivo para se tornar um produtor de conhecimento. Assim, a tecnologia na educação é vista não apenas como suporte técnico, mas como um meio para o aluno se expressar com liberdade.
As TACs (Tecnologias para a Aprendizagem e o Conhecimento) representam o uso das tecnologias digitais com foco no processo educativo e na construção do conhecimento. Diferentemente do uso sem fins de computadores, celulares ou internet, as TACs valorizam a aprendizagem significativa, a participação ativa do estudante e o desenvolvimento do pensamento crítico, o que é de extrema importância principalmente nos dias de hoje, como comentamos na live feita pelo instagram do professor Gilberto.
Na minha opinião, as TICs são muito importantes hoje em dia, porque ajudam bastante na comunicação e no aprendizado. Através da internet, do celular e do computador, fica mais fácil pesquisar, estudar e trocar informações. Além disso, elas deixam as aulas mais interessantes e ajudam os alunos a aprenderem de uma forma mais dinâmica.
Gostei do termo TAC (Tecnologias para Aprendizagem e Colaboração/Conhecimento), pois destaca que não é necessário apenas possuir a tecnologia, mas saber utilizá-la de forma significativa no processo educativo, dando voz aos educadores e educandos para melhor participação na sociedade em tomada de decisões, exercendo da melhor forma a cidadania
Achei interessante perceber que a tecnologia não serve apenas para transmitir informações, mas também para incentivar a participação, a aprendizagem e a produção de conhecimento pelos alunos. ambém achei interessante a forma como o texto mostra que o mais importante não é apenas ter acesso às tecnologias, mas saber utilizá-las de maneira consciente e educativa. Isso faz a gente refletir sobre o papel do professor em ajudar os alunos a usarem as ferramentas digitais de forma crítica, criativa e responsável.
TIC e TDIC, conceituam a tecnologia em meio a comunicação, que aproxima a realidade dos estudantes com essas novas tecnologias, é uma sigla que no contexto pedagógico se mostra com muita relevância. As ferramentas pedagógicas ampliam o acesso à informação assim como ajudam os estudantes a terem uma relação mais saudável com a tecnologia.
Achei muito interessante o termo prosumirtuador. Tendo em vista os perfis de usuários das novas tecnologias hodiernamente podemos ver como esse conceito se relaciona com os estudantes que temos hoje. É ilusão pensar que nossos estudantes apenas consomem conteúdo, já que são, simultaneamente, usuários consumidores e também produtores que interagem nas redes sociais. E isso tem um potencial imenso para o viés educativo.
A classificação de abreviações a respeito de tecnologias, são diversas, mas afinal, a que particularmente falando abrange melhor o conceito de tecnologia é a TDICE (Tecnologias Digitais da Informação, Comunicação e Expressão) pois creio que é um conceito mais amplo e que não faz referência somente a comunicação, onde só existe uma transmissão de informação na qual, alguém se comunica e você responde, mas quando acrescentamos a palavra “expressão” dá pra se entender que quem está falando, está se expressando, está liberando sua opinião, o que muitas vezes pode ser perigoso pois uma liberdade de expressão que fere a integridade do outro, não é opinião, é ofensa.
O conteúdo é bem didático e de fácil entendimento, mas algo me deixou pensativa... Será que estamos apenas usando o digital para reproduzir métodos antigos ou estamos realmente aproveitando o potencial das TDICE para dar espaço de se expressar e utilizar essas ferramentas de uma maneira mais atual?
As TEP (Tecnologias para o Empoderamento e Participação) são ferramentas digitais e meios tecnológicos que estimulam a participação ativa das pessoas na sociedade, promovendo colaboração, autonomia, expressão e construção coletiva do conhecimento.
Gostei do conceito usado (TICE) pois da nome ao que usamos todos os dias, apesar de muitas vezes passar despercebidos essa expressão na tecnologia é muito importante pois usamos todos os dias não so para passar o tempo também como forma de expressão para nós comunicarmos e nos expressarmos de forma crítica na sociedade digital!!
O termo "expressão", adicionado ao acrônimo TIC, sugere uma dimensão subjetiva, que tem relação com a identidade de cada sujeito. Permite pensar as tecnologias como meios de aproximação entre as pessoas, não apenas no sentido de compartilharmos um mesmo espaço virtual, mas como ferramentas que potencializam a nossa capacidade de nos expressarmos.
Sim! Acredito que esse seja um dos maiores problemas nas nossas gerações, manter um papel passivo diante das tecnologias e questões da nossa sociedade. O papel fundamental da formação ideal de professores se encaixa aí, de acordo com alguns pesquisadores, os professores precisam deixar de serem inseguros e deixar um pouco de lado o ensino tradicional, motivando alunos com a tecnologia acessarem a cultura e informações construtivas e relevantes para que deixem o senso comum de lado.
Acho incrível como a tecnologia que surgiu de maneira tão repentina simplesmente dominou completamente a nossa sociedade ao ponto de algo que a poucas décadas sequer sabiam se daria certo ou não hoje simplesmente faz parte da vida de praticamente toda a população mundial que creio eu não viveria sem de tão bem que ela se incorporou em nosso cotidiano pois hoje em dia todos nos somos consumidores e produtores ou como diz no texto prosumidor
TEC significa Tecnologias para Ensino e Conhecimento.
Esse conceito reúne ferramentas tecnológicas utilizadas para facilitar a aprendizagem, ampliar o acesso à informação e tornar o processo educativo mais dinâmico e interativo. Exemplos disso são computadores, celulares, plataformas digitais, jogos educativos, vídeos e aplicativos usados em sala de aula.
Uma curiosidade interessante é que as tecnologias educacionais não começaram com a internet. O quadro negro, o rádio e a televisão já foram considerados grandes inovações no ensino em suas épocas, ajudando professores a transmitir conhecimento para mais pessoas.
Interessante o texto, além de ser de fácil entendimento.
Há a contribuição para os discentes no sentido de facilitar o acesso ao conhecimento e a TICE oferece várias ferramentas para obter informação e se expressar.
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