1. Eliminar progressivamente as desigualdades no acesso a equipamentos e tecnologias digitais.2. Conjugar o ensino on line com o ensino presencial, gerando novas e plurais dinâmicas de aprendizagem.3. Avaliar sistematicamente o que os alunos precisam de aprender e indicar os caminhos das possibilidades.4. Garantir suportes presenciais e a distância para a aprendizagem social e emocional.5. Redesenhar as escolas (na gestão dos espaços, dos tempos, do agrupamento dos alunos) para relacionamentos mais fortes e saudáveis.6. Enfatizar uma autêntica aprendizagem cultural e social territorialmente implicada.7. Providenciar um tempo de aprendizagem mais rico, flexível e eventualmente alargado, mas segundo as necessidades (diversas) dos alunos.8. Reforçar os laços das escolas com a comunidade e praticar o conceito das “cidades educadoras”.9. Incentivar os educadores para uma reinvenção das práticas de escolarização [mais reflexão, mais colaboração, mais interdisciplinaridade, mais integração, mais diversidade de respostas]10. Promover um financiamento da escola mais adequado e equitativo gerando mais coesão e justiça social.
Este blog (ora em português ora em espanhol) tem o propósito de compartilhar, comentar e discutir notícias e opiniões sobre temas relacionados com educação em geral e o papel das Novas Tecnologias na educação, principalmente.
5 de jun. de 2021
Para um regresso a uma outra escola
29 de abr. de 2021
20 de mar. de 2021
18 de nov. de 2020
Curso TDMA. Parte 5. A propósito de vídeos.
12 de nov. de 2020
Curso TDMA. Parte 4. Docentes "transeuntes digitais". A propósito de um novo livro.
Agora mesmo estou lendo um capítulo de um livro que acabou de ser disponibilizado (em espanhol) e seus autores colocam o docente antenado como um "transeunte digital", isto é "um docente que:
- Centra seu olhar nas questões pedagógicas para se ocupar também da dimensão tecnológica.
- Tem clareza nos objetivos educativos de suas propostas.
- Explora novas estratégias para ensinar, indaga, cria, pergunta, tece redes com outros docentes e estabelece novas relações com os estudantes, se forma continuamente, experimenta e se arrisca".
Desculpem a tradução grosseira que fiz. O texto chegou 10 minutos atrás, mas decidi compartilhar e traduzir aqui em primeira mão porque acho que tem tudo a ver com a linha que está sendo apresentada e discutida no curso TDMA relatado nas postagens anteriores. 😉
Fonte: Rogovsky, C; Chamorro, F. Docentes interpelados. In: Cómo enseñar a aprender. Buenos Aires, Argentina. Editorial La Crujía, 2020. Disponível em http://www.pent.org.ar/institucional/publicaciones/como-ensenar-aprender-capitulo-2-docentes-interpelados.
11 de nov. de 2020
O curso TDMA. Parte 3: Comentários adicionais sobre documentos de Google Docs
Entre tantas coisas interessantes que encontrei no curso de Tecnologias Digitais e Metodologias Ativas (TDMA), algo que me chamou a atenção e que não demorei para implementar nas minhas próprias práticas pedagógicas foi a possibilidade de que os alunos comentem textos colocados no Google drive.
Após algumas orientações iniciais por minha parte, os alunos não tiveram grandes dificuldades para entender e abraçar a proposta que já utilizei com textos e turmas diferentes.
É até difícil acreditar o fácil que é trabalhar dessa forma.
Como não tinha pensado nisso antes?
Até agora são positivos os comentários coletados sobre este procedimento.
Seguem duas imagens para ilustrar a proposta com uma das apostilas que elaborei, neste caso para a disciplina de Introdução à Educação a Distância:
O curso TDMA. Parte 2
O curso TDMA ministrado pelos reconhecidos professores Dênia Falcão e José Manuel Moran eu diria que é até embriagante. Por um lado, pelo conhecimento que estamos tendo e, pelo outro lado, porque a participação e interdependência positiva criada entre os professores e alunos incentiva todos a conhecer e participar mais.
No primeiro café a professora Dênia esclareceu algumas dúvidas que surgiram, por exemplo, no uso do Padlet. Também mostrou como preparar rapidamente sites com o Google sites.
Agora cabe a nós continuar fazendo as leituras e praticar com as possibilidades que são mostradas.
3 de out. de 2020
Um modelo com quatro dimensões para medir o capital social dos estudantes
Em junho deste ano as pesquisadoras Mahnaz Charania e Julia Freeland Fisher do Christensen Institute publicaram um documento no qual chamam a atenção para um aspecto pouco atendido até agora, o capital social dos estudantes.
O capital social descreve o acesso e a capacidade dos alunos de mobilizar as redes de relações (relationships) entre eles que os ajudam a promover seu potencial e seus objetivos. Assim como as habilidades e os conhecimentos, as relações oferecem recursos que direcionam o acesso às oportunidades.
Tomei a liberdade de fazer uma tradução do infográfico da página 7 do relatório com as quatro dimensões do modelo (A four-dimensional framework for measuring students' social capital):
As quatro dimensões são:
QUANTIDADE DE RELAÇÕES
Definição: O número de pessoas no tempo em uma rede de estudantes.
Por que importa? Porque quantas mais relações os estudantes tiverem, melhores serão as chances de encontrar apoio e ter oportunidades.
QUALIDADE DAS RELAÇÕES
Definição: A forma em que os estudantes experimentam as relações.
Por que importa? Porque relações diferentes oferecem diferentes valores sobre como os estudantes precisam evoluir. As relações positivas podem ajudar nas necessidades instrumentais, de desenvolvimento e de relação.
ESTRUTURA DAS REDES
Definição: As diferentes pessoas que eles conhecem e as formas em que eles se conectam.
Por que importa? Porque estruturas de redes diferentes servem para diversas funções importantes. Redes fortes de relações entre estudantes oferecem um suporte confiável. Diversas redes proporcionam canais para descobrir novas oportunidades.
HABILIDADE PARA MOBILIZAR RELAÇÕES
Definição: A forma de pensar e as habilidades que o estudantes precisam ter para ativar as relações.
Por que importa? Porque ensinar aos estudantes o valor do capital social os capacita para que sejam construtores ativos de suas redes. O conhecimento de como cultivar e manter as redes ajuda para manter as relações através de suas vidas.
Referência
CHARANIA, Mahnaz; FISHER, Julia Freeland. The missing metrics: Emerging practices for measuring students’ relationships and networks, Christensen Institute, July 2020. https://whoyouknow.org/measurement-report/









